segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Ela


Eu posso ser carinhosa. Posso ser simples. Posso ser complicada. Posso ser agradável. Posso ser acolhedora. Ainda posso ser muitas coisas. Agora, não me peça para ser simpática! Isso não, não tem absolutamente nada haver comigo.
Alguns me interpretam como conseqüência, com certo ar de comodidade. Já outros me vêem como traiçoeira, que “apronta” quando menos se espera. Infindos me abominam, outros até que me encaram com certo regresso.
Complicado! Acho até que não tenho porque ser temida, pois eu sim tenho certeza do que quero. Sou decidida, isso sim.
Passo pela vida das pessoas várias vezes na verdade, mas são poucas as vezes em que realmente me aproximo, sendo que no máximo uma vez é que levo mesmo a sério, entro na vida da pessoa e ai amigo, não a largo mais.
Falam tanto de mim, mas não sabem o que dizer, temem?!?! Olha, de uma coisa tenham certeza: Um dia eu chego, quando menos se espera, “acá” estou. Cuidado.

Crise Existencial


Sei lá! As vezes até que sou amigável. As vezes. Sou simpática, sim eu sou simpática! Ou não?!?! Posso até ser agradável, mas não me peça isso! Agora, desista desse lance de ser acomodada, não... Isso não rola, ainda mais se for pela manhã.
(Matutinamente não sou das mais simpáticas. M exigir isso seria uma guerra, melhor nem tentar).
Sei lá! O mundo “ta” girando lá fora (apesar de que alguns já ousam dizer que por pouco tempo). Tenho pensado na vida! Tenho pensado na minha vida! Oh céus, o que eu sou? A mosca da sopa ou a metamorfose ambulante assim, propriamente dita? Confuso.
Sei lá. Sou fera?! Putz, quem eu sou? Descubro tanta coisa e escorrego nessa indagação. Sim, é verdade... Praticamente inverossímil para a sociedade ter que me encarar, vivo em conflito comigo mesma. Seria demais pedir para que simplesmente me aceitem... Missão impossivel? (time)
Tenho andado hipócrita, digo e desdigo. Penso, penso e penso... Será que logo, existo? Por que as coisas são como são? “É, OU NÃO É”.
Sabe, eu sei bem como é... Mas não é tão simples assim dirigir uma vida, um ser humano em constante questionamento! Tenho visto reações, nuances e tudo mais que for conseqüência à mim... e aí sim a indagação flui...
Por que? Por que? Por que? Acho que na verdade tudo não passa de uma grande farsa. É amigo, uma farsa... Um teatrinho mal ensaiado. Tenho andado tão longe... Tão distante de mim... Porque as coisas tendem a ser assim?
ALGUMAS vezes eu sou ódio, TODAS as vezes eu sou amor, sim... amor puro, sob vontade. Ah, como é bom ser amor e à tudo achar belo! Mas aí, como quem não quer nada, ela chega (devagar), mas chega. Vai dominando aos poucos, mas domina. Toma conta de mim. Ela é a crise existencial (maldita?)... Maldita idade? Ou seria uma idade maravilhosamente maravilhosa?
É, ter um espírito revolucionário sem crises existenciais não teria sentido algum. Como é bom querer o bem, como é bom ser alguém de olhos abertos, enxergando as verdades e as mentiras, nuas e cruas...
Que estejamos em constantes crises de existência, mas o essencial é que sempre, sempre e sempre saibamos o que queremos: O MUNDO!
Breve: Alimente seu espírito revolucionário e só. (De brinde uma valiosa crise existencial). Posso lhe afirmar, ela vale a pena.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Introdução à Vida


É preciso coragem para ir em frente. Tudo mudou, mas a vida é uma constante mudança e você tem que se adaptar dia após dia, senão o mundo suga tuas lágrimas.
De uma só vez faremos algo para mudar nossas vidas, para tudo ser como sempre desejamos, mas aí nos perguntamos: e daí? Temos muito a analisar, o que é bom? O que é ruim? Pra quem?...
Não bastam frases exageradas, não bastam palavras politicamente corretas, decassílabos ou uma rima qualquer, temos que agir, AGIR, não podemos parar, senão a vida vai sugar nossa energia, a terra há de nos engolir, os olhares nos desaprovarão e nós mesmo sentenciaremos o fim.
Agora uma pausa! (30 meros minutos de silêncio) Pense! Analise! Critique! Depois disso aja! Vamos combinar, as conquistas nunca vêm de mão-beijada e as mudanças nada mais são do que freqüentes conquistas.
Se tu queres algo, tu buscas e aí então tu verás resultados. A insignificância é fúnebre, não consta na descrição da expressão binomial ‘ vida-felicidade’. A coragem é o princípio de tudo (coragem, coragem se o que você quer é aquilo que pensa e faz) é a virtude que atrai as outras mais e que nos faz buscar realizações perante as dificuldades. E em meio a toda essa lucidez, reafirmo: É preciso coragem para ir em frente, como disse Chaplin: a vida é muito para ser insignificante. No entanto, muitos tornam suas vidas insignificantes e por quê? Porque não lutam!
Poxa, vamos parar para pensar, o que mais seria a vida se não uma historia onde os personagens somos nós? História a qual podemos modelar conforme a nossa boa de vontade... Reafirme teus conceitos em relação à VIDA, agora enquanto há tempo!