
Sei lá! As vezes até que sou amigável. As vezes. Sou simpática, sim eu sou simpática! Ou não?!?! Posso até ser agradável, mas não me peça isso! Agora, desista desse lance de ser acomodada, não... Isso não rola, ainda mais se for pela manhã.
(Matutinamente não sou das mais simpáticas. M exigir isso seria uma guerra, melhor nem tentar).
Sei lá! O mundo “ta” girando lá fora (apesar de que alguns já ousam dizer que por pouco tempo). Tenho pensado na vida! Tenho pensado na minha vida! Oh céus, o que eu sou? A mosca da sopa ou a metamorfose ambulante assim, propriamente dita? Confuso.
Sei lá. Sou fera?! Putz, quem eu sou? Descubro tanta coisa e escorrego nessa indagação. Sim, é verdade... Praticamente inverossímil para a sociedade ter que me encarar, vivo em conflito comigo mesma. Seria demais pedir para que simplesmente me aceitem... Missão impossivel? (time)
Tenho andado hipócrita, digo e desdigo. Penso, penso e penso... Será que logo, existo? Por que as coisas são como são? “É, OU NÃO É”.
Sabe, eu sei bem como é... Mas não é tão simples assim dirigir uma vida, um ser humano em constante questionamento! Tenho visto reações, nuances e tudo mais que for conseqüência à mim... e aí sim a indagação flui...
Por que? Por que? Por que? Acho que na verdade tudo não passa de uma grande farsa. É amigo, uma farsa... Um teatrinho mal ensaiado. Tenho andado tão longe... Tão distante de mim... Porque as coisas tendem a ser assim?
ALGUMAS vezes eu sou ódio, TODAS as vezes eu sou amor, sim... amor puro, sob vontade. Ah, como é bom ser amor e à tudo achar belo! Mas aí, como quem não quer nada, ela chega (devagar), mas chega. Vai dominando aos poucos, mas domina. Toma conta de mim. Ela é a crise existencial (maldita?)... Maldita idade? Ou seria uma idade maravilhosamente maravilhosa?
É, ter um espírito revolucionário sem crises existenciais não teria sentido algum. Como é bom querer o bem, como é bom ser alguém de olhos abertos, enxergando as verdades e as mentiras, nuas e cruas...
Que estejamos em constantes crises de existência, mas o essencial é que sempre, sempre e sempre saibamos o que queremos: O MUNDO!
Breve: Alimente seu espírito revolucionário e só. (De brinde uma valiosa crise existencial). Posso lhe afirmar, ela vale a pena.

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