quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Só de passagem...

Infelizmente, não tenho tido grandes inspirações, neste ímpeto de tempo, para que pudesse escrever mais um incansável relato, com palavras sob palavras, formando um conjunto de dizeres, pensamentos e predições.

POESIA! Preciso de poesia, minha alma alimenta-se desta temível poesia, tenho me sentido tão fraca... é inverossímil que eu viva, sem minha amada poesia.

Ó minha querida, porque me abandonaste? Já não vivo intensamente em sua ausência...

Por onde andas minha amada? Não tens tempo para sua pobre cerva?

... E são palavras e mais palavras que sempre insistem em serem passadas para o papel já amarelo, porque a poesia precisa viver!

Olhando o céu e ele, nublado! Os pássaros cantam, mas o céu está nublado. Estaria você, poesia, por de trás das nuvens?

Esperem (pausa)...

Vejam só! (Olhares de espanto) _ Que menina levada! Acá estava este tempo todo, escondida por entre as linhas, por entre os pensamentos... Ela voltou! Aliás, ela nunca se foi, só precisava ser despertada: Por uma mão sórdida e um velho lápis quase sem ponta.

A POESIA é vida... e a minha vida, neste instante, é esta poesia.

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