Infelizmente, não tenho tido grandes inspirações, neste ímpeto de tempo, para que pudesse escrever mais um incansável relato, com palavras sob palavras, formando um conjunto de dizeres, pensamentos e predições.
POESIA! Preciso de poesia, minha alma alimenta-se desta temível poesia, tenho me sentido tão fraca... é inverossímil que eu viva, sem minha amada poesia.
Ó minha querida, porque me abandonaste? Já não vivo intensamente em sua ausência...
Por onde andas minha amada? Não tens tempo para sua pobre cerva?
... E são palavras e mais palavras que sempre insistem em serem passadas para o papel já amarelo, porque a poesia precisa viver!
Olhando o céu e ele, nublado! Os pássaros cantam, mas o céu está nublado. Estaria você, poesia, por de trás das nuvens?
Esperem (pausa)...
Vejam só! (Olhares de espanto) _ Que menina levada! Acá estava este tempo todo, escondida por entre as linhas, por entre os pensamentos... Ela voltou! Aliás, ela nunca se foi, só precisava ser despertada: Por uma mão sórdida e um velho lápis quase sem ponta.
A POESIA é vida... e a minha vida, neste instante, é esta poesia.

Nenhum comentário:
Postar um comentário